quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Pouco líquido

Quem viaja de avião sabe que não pode levar na bagagem de mão mais do que cem mililitros. De líquido, obviamente.

Esta medida, ditada por razões de segurança, tem sido muito contestada por passageiros e por funcionários dos aeroportos, sendo duvidosa a utilidade do expediente.
Por isso, esperava-se que hoje a Comissão Europeia pusesse um fim à proibição, coisa que não aconteceu.

Vamos, por isso, continuar a pôr (quase) tudo na bagagem de porão, com os (muitos) inconvenientes que isso representa.

Havia quem estivesse optimista quanto à decisão da Comissão Europeia, mas pelo visto, não era líquido haver um Durão flexível...

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Debalde

O jornal "O Sesimbrense" conta-nos, na página 2, o caso de Filipe Silva, um homem que possui uma memória absolutamente espantosa.

Por exemplo, é capaz de memorizar, por dia, as matrículas de 80 viaturas.
O seu cérebro, ao que nos dizem, não conhece deslizes nem esquecimentos.

Filipe Silva já decorou as matrículas de 4.342 viaturas espanholas, 3.582 lisboetas e 184 sesimbrenses, por exemplo.

Intrigado, o repórter da Magra Carta procurou este génio e fez-lhe uma pergunta muito simples, a saber, que iniciativas ou medidas dignas de aplauso podem ser atribuídas ao actual executivo camarário de Sesimbra.

Até à hora do fecho desta edição, Filipe Silva continua a puxar pela infalível memória...

Até que enfim !!!!!!!!!

A quem possa interessar, o lobo está de volta, o Lobo do Mar, no porto de abrigo dos amantes de bom peixe grelhado.

Daqui saúdo o arrais Bernardo e os camaradas Luís, Fernando, Amélia, em especial.

Estou impaciente...

Évora ali tão perto

Percorri agora mesmo as páginas de "O Sesimbrense".
Como sou ingénuo, acreditei no dr. Sequerra e esperava que, desta vez, ele tivesse conseguido arranjar espaço para nos apresentar melhor o jovem Filipe Rodrigues, o vencedor do prémio "Carlos Santos".
Esse mesmo, o tal que é amigavelmente conhecido (Sequerra dixit) por "Carocho".

Pois bem, ainda não foi desta. Pela segunda vez consecutiva, o dr. Sequerra esqueceu a promessa.
A menos que tenha sido por falta de espaço, o que não seria surpresa num jornal de tão estranhas opções editoriais.

Foi com grande surpresa que verifiquei que o velho e tão regional "O Sesimbrense" consagra metade da primeira página ao campeão do Mundo Nelson Évora.

Não é por nada, mas lembrei-me logo da Telma Monteiro. Mas como não quero precipitar-me, tenho de admitir a hipótese de o nosso Évora ser natural de Sesimbra. Ou do concelho. Ou ter cá passado férias. Ou ter cá um primo afastado. Ou uma antiga namorada. Ou ter bebido água da Califórnia.

Por favor, doutora Peneque, não me deixe assim, frustrado. Diga-me que o rapaz já tomou banho em Sesimbra, assistiu ao admirável Carnaval, qualquer coisa, mas arranje uma ligaçãozita do Nelson a Sesimbra.

Olhe, em desespero de causa, em última análise, diga que ele, de vez em quando, dá cá um salto.
Mesmo que não seja triplo...

Aforismos para o mês de Setembro

1. Eles têm um ódio visceral às tradições, que manifestamente não compreendem. Quando inconsciente, esse ódio pode até parecer amor. Mas não é.

2. A revolução faz-se sempre contra a tradição, mesmo que os revolucionários sejam de trazer por casa.

3. Uma vez mortas, as tradições não se valorizam. Valorizar uma tradição morta é o mesmo que embalsamar um cadáver. Coisa faraónica de egípcios, portanto.

(4. O Egipto faraónico. Eis aí uma boa malha para uma recepção à comunidade educativa.)

5. Uma vez mortas, as tradições apenas podem ser reatadas, pela presença do espírito originário num corpo apto a recebê-lo, o que é da ordem da ressurreição.

6. A ressurreição é sinónimo de Espírito, o que eles rejeitam. Marx condiz com Kant. Mas não com Hegel.

7. Tradição quer dizer transmissão (de herança).

8. Se a herança se perdeu irremediavelmente, nada lhe pode ser acrescentado, sob pena de se cair no ridículo ou no grotesco.

9. Não perceber isto é não perceber nada.

10. A diferença que vai do arremedo da antiga lota na praia ao karaoke na festa do Cabo, é a possível diferença que vai do ridículo ao grotesco.

Quem não os conhecer...

A reconstituição da antiga lota na praia vai ser precedida, duas horas antes, de animação de rua. Está-se mesmo a ver no que isto vai dar…

Ali vai o primo

Independentemente do que pensamos sobre o senhor Bush, é inegável a crueldade do clã Hussein, responsável por atrocidades sem fim.

Dito isto, o espectáculo indecoroso que foi o julgamento e a execução do tirano em nada dignifica a civilização ocidental.

Agora é a vez do seu primo Ali, o Químico, que vai ser enforcado num prazo máximo de trinta dias.

Repete-se o ritual de morte, fruto de uma justiça sumária com sentença anunciada, sem surpresas, tudo igual.
A papel químico...

Presumido inocente

O futebol é um mundo de mentira e de hipocrisia que em cada dia nos fornece provas dessa triste realidade.

Há algum tempo, o seleccionador francês, Raymond Domenech, acusou o árbitro Lucílio Batista de ter prejudicado deliberadamente a França num jogo contra a Itália, em sub-21, salvo erro.
Feitos os inquéritos do costume, a sentença foi confirmada agora, um jogo de suspensão para Domenech.

Pergunta-se: há um pingo sequer de vergonha na cara desta gente?
Mais se pergunta: Lucílio Batista estava ou não vendido?

É que um jogo de suspensão é e não é castigo, porque Domenech acusou Batista de corrupção.
Se houve difamação, se nada ficou provado, Domenech deveria ser severamente castigado, intra e extra-futebol.
Ora, um joguito de suspensão equivale a dizer que Domenech tem razão, embora no seio da grande família do futebol não se deva fazer tais denúncias em público.
Daí a simbólica reprimenda.

Mas então... e Lucílio Batista? Alguém retira desta sentença a convicção de que o árbitro sai ilibado? Mas, se tem culpas no cartório, por que não é castigado?

É assim a grande família do futebol, são tantos os podres que o melhor é, de vez em quando, dar tautau a um menino, para exemplo dos outros.

É tudo a fingir em futebol, menos os milhões que são muitos e reais.
Por isso, não convém destapar a caixa de Pandora...

Avante

Em França, há vários casos de políticos (homens) que vivem com jornalistas (mulheres), situação que já deu origem a alguma agitação.
Ninguém põe em causa a seriedade das senhoras jornalistas, mas, por sim por não, afastam-nas de emissões que envolvam questões políticas.

Já agora, e na lógica da presidenta Pilar Saramaga, se Marques Mendes é um político, deveríamos passar a dizer que a Ministra da Educação é uma política.
E José Alberto Carvalho um jornalisto.

Bem, mas voltando às possíveis incompatibilidades, Sesimbra é um modelo de liberdade, tolerância e abertura, com um presidente da Câmara a escrever num jornaleco chamado "Raio de Luz" e uma assessora de imprensa do mesmo senhor a colaborar (com outro nome) num jornal regional.

Os franceses podem ter tomado a Bastilha, feito a Revolução, inventado os croissants, mas ainda têm muito a aprender com os pexitos em questões de liberdade de expressão, democracia, isenção e tolerância de ponto e vírgula.

E entre nós, com este executivo camarário exemplar, é um processo que não pára, vai mesmo avante...

Acerca do cerco

Uma agência do BPI em Viseu foi assaltada por uns meliantes que, naturalmente, se puseram em fuga levando consigo uma quantia que não foi revelada.
Sabe-se agora que dois dos assaltantes estão cercados há 16 horas, algures, em zona de mato.

Se a GNR tem alguém que leia este blogue, o melhor é seguir o nosso conselho e mandar vir cães ingleses, antes que os larápios nomeiem um assessor de imprensa e só falem na presença de um advogado.

Se a coisa der para o torto, o assessor de imprensa sempre poderá exigir que os seus patrões sejam julgados pelo mesmo juiz que absolveu o fulano que pagou aos russos para lhe matarem a mulher.
Trigo limpo (como o banco), Farinha Amparo de família, os ladrões serão postos em liberdade porque não chegou a haver crime.
Roubo houve, mas sem liberdade para gozar dos rendimentos o pecúlio torna-se inútil.

Entretanto, na tal zona inóspita, o cerco lavra há 16 horas e alguns minutos, os ladrões estão circunscritos e a operação está prestes a entrar em fase de rescaldo...

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Você decide...

Eu não sei quando é que decidiram fazer uma reconstituição da antiga lota na praia.

Mas sei, de ciência certa, que a anunciaram agora, há poucos dias.

Para a mesma data, e para a mesma hora, em que se realiza o colóquio sobre Rafael Monteiro, anunciado publicamente no início do passado mês de Março.

O que é que move esta gente? Dor de cotovelo ou carga de ombro?

Adivinhem quem veio para jantar...

A Sopa já está ao lume.

Pela blogosfera

Absolutamente de acordo.

Para com Pilar...

Não sei se o "Expresso" definiu um critério coerente para as grandes entrevistas da sua revista (Única), mas é surpreendente que, de uma semana para a outra, passemos da senhora Ana Salgado (a gémea da Carolina) para o ilustríssimo Saramago.
Enfim, é lá com eles, viva a variedade e o gosto duvidoso.

Don Saramago surge acompanhado de uma doña Pilar em grande estilo que nos confidencia que o casal não se interessa pela vida social, não liga ao "brilho nem à espuma social".
Bem me queria parecer, tão discretos e modestos são ambos.

Don Saramago volta a mostrar o seu desprezo por Cavaco, repetindo que nunca o cumprimentará.
Imagino o incómodo que reina no Palácio de Belém.

Por seu turno, doña Pilar exige que lhe chamem "presidenta" da fundação que ostenta o nome do augusto Nobel.
Talvez a doña tenha razão, confesso a minha ignorância, mas incomodar-me-ia um bocadinho se ouvisse dizer assistenta ou serventa, por exemplo.

A parte final da entrevista mostra a preocupação da doña por causa do Camões.
Nada que tenha a ver com "Os Lusíadas", fiquem descansados.
Sucede apenas que Camões foi o nome que Don Saramago escolheu para um cão, lembrança de génio do escritor que adoptou o bicho no dia em que soube que ganhou o Prémio Camões.
Imagino quanto o pobre poeta teria ficado orgulhoso com a suprema honra que Don Saramago lhe concedeu.

O génio revela ainda que a doña Pilar não quer entender que ele precisa de um cão.
É natural, e pena é que aquele cão, por mais inteligente que seja, não possa ter a noção exacta da sorte que tem ao lamber as mãos a tão insigne personagem.

Eu não sei se preciso de um cão, mas de quem não preciso, com toda a certeza, é deste democrata nem desta presidenta.

Não quero nada com esta genta...


PSP

A confusão e o desalento que reinam no seio do Partido Socialista francês levam alguns responsáveis a admitir a hipótese de uma mudança de nome para o PS.
Embora possa chocar, à primeira vista, a verdade é que tudo muda, mesmo os nomes dos partidos.
Por cá sucedeu com o PPD ou com o CDS que casou com o PP.

Mas, mais do que os nomes, contam as siglas, nesta sociedade moderna que fala e escreve com abreviaturas.
E é curioso como há alguns pruridos relativamente à sigla do nosso (salvo seja) Partido Socialista.

Toda a gente já reparou que, enquanto os comunistas levantam o punho e elevam a voz gritando, distintamente, PCP, os socialistas ignoram por completo o P, como se tivessem vergonha de ser Portugueses.

Na verdade, nunca se ouve PSP, mas apenas PS. Por que será?

domingo, 2 de setembro de 2007

Deus lhes perdoe

Desta vez, a Maga esforçou-se. Não há uma vírgula a mais, ou um acento fora do lugar. Para além disto, é a desgraça do costume. A nossa bruxa de trazer por casa perdeu uma óptima ocasião para ficar caladinha - que nem um rato!

Seja como for, temos de reconhecer que ela sabe bem do que fala, quando fala de gente que gosta de andar com mortos às costas. Parece que, na semana que vem, ela, e os seus camaradas, vão celebrar, ali para as bandas da Amora, o morticínio do Outubro Vermelho. 1917 não é a soma, claro está, apenas uma parcela. Mas uma parcela bem negra da macabra adição.

Por atacado, o comunismo carrega às costas cerca de cem milhões de mortos. Claro, a culpa é inteiramente dos desvios e dos acidentes de percurso, e nunca nenhum dos modelos concretizados é ainda o deles, mas todos são mais ou menos sanguinários.

Assim se percebe o ateísmo de muitas destas criaturas. Noutros casos, por pouco razoável que seja, pode o ateísmo ser uma atitude corajosa. No caso vertente, é uma particular forma de cobardia, muito conveniente a quem teme ter de prestar contas numa instância mais alta. Por isso a Maga se transformou em bruxa, porque as bruxas, diz ela, não acreditam na ressurreição. Deus lhes perdoe…

sábado, 1 de setembro de 2007

Está por um fio

Hoje de manhãzinha, algures na freguesia do Castelo, foram vistos três funcionários camarários, laborando em redor de um buraco. Em comum, a indumentária insólita: todos eles envergavam t-shirts com o coração da última campanha autárquica do PS local. Duas verdes e uma branca, para ser mais preciso. Não sei que dizer da façanha. Ou esta gente ficou brava e destemida e não hesita em afrontar o patrão, ou os tigres do irremediável Augusto eram, desde o princípio, de papel. Como prenúncio, convenhamos, o simbolismo da cena suplanta da Vinci e Dali. A coisa está preta. E por um fio...

Soldados mortos

Joaquim Letria, que vai ser o Provedor do Leitor do jornal NOVA MORADA, afirma, numa entrevista concedida a este quinzenário, e ontem publicada, que “a imprensa regional vai ser a última trincheira do jornalismo”. Joaquim Letria, está bem de ver, não conhece alguns jornais que se publicam no concelho de Sesimbra. E não sei se passará a conhecê-los no exercício das suas novas funções. Melhor fora que não. É sempre tão triste e desolador ver um buraco cheio de soldados mortos…

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Gambozinos

Vamos lá então começar tudo de novo…

Muito antes do espectáculo, organizado pela Casa do Benfica de Sesimbra, a coisa começou grotescamente com a abertura de uma cratera terceiro-mundista no muro da Vila Amália. A Câmara Municipal, sempre atenta às necessidades do movimento associativo, associou os seus préstimos ao brilharete. Foi a grua.

Durante o espectáculo, caiu um projector. Mal se ouvia cantar o homem. Foi o vento.

No fim do espectáculo, houve uma porção respeitável de mesdames que desatou mutuamente à lambada, para geral edificação do pagode. Derivado aos autógrafos.

Feitas as contas, apurou-se um saldo negativo, vulgo buraco, na ordem dos 25.000 euros. Podia ser pior. O Tony, esse, é que não terá ficado a arder.

Quando pensávamos que o lamentável episódio estava já encerrado ou, pelo menos, esquecido, eis que nos aparece, no NOVA MORADA de hoje, um senhor que, segundo se depreende, ainda está à frente da Casa do Benfica (e é correligionário do Presidente da Câmara), a ser entrevistado pela jornalista Vanda Pinto, mais ou menos ex-assessora do dito Presidente da Câmara.

Entre outros preciosos informes, o dito senhor, muito embora nos confesse que fiava o sucesso de bilheteira da circunstância do espectáculo se realizar no pico do Verão, acrescenta, contraditoriamente, que um dos objectivos do concerto do Tony Carreira era o de promover Sesimbra turisticamente, “apostando numa promoção que trouxesse nomes sonantes até nós”. Em que é que ficamos? Quem vai à boleia de quem?

Está visto: ficámos todos a dever-lhe um favor. Claro que, numa visão muito pessoal, tenho algumas dúvidas sérias sobre a eficácia promocional que o ídolo do sindicato das sopeiras possa ter na celebrização desta santa terra plantada à beira-mar. Acresce que na Torre da Marinha, que fica mais perto de Lisboa e até tem o comboio à porta, o espectáculo do Tony foi cancelado por falta de quórum.

Comovente era o propósito de dádiva, agora confirmado, de parte dos lucros a outras associações do concelho. Outras que eram apenas duas, acrescentarei eu. O Desportivo de Sesimbra, por razões óbvias e legítimas. E o CECAS Raio de Luz, sem que ninguém perceba muito bem porquê. Claro que a Casa do Benfica, se tiver dinheiro para mandar cantar um cego, pode escolher o artista que bem entender. E, em terra de cegos, quem tem olho é rei. Mal da Câmara se os outros abrem os olhos…

Para nosso sossego, o redito senhor garante que, nestes moldes, não irá continuar a promover espectáculos. Mas sempre vai lembrando que, há três anos, quando a Casa do Benfica iniciou o seu trabalho, havia, em Sesimbra, uma lacuna nesta área que tem vindo a melhorar. Lembro-me, ao acaso, de a dita Casa ter já promovido uma assada em plena rua, de onde dimanavam os melhores eflúvios. Houve também uma noite, tonitruante, de fados e guitarradas. Agora, com o Tony actuante, foi o que se viu. Sobretudo o que se viu. Por que não deixam a lacuna sossegadinha? Por que não se dedicam a outra coisa? Parece que a época de caça vai reabrir. E anda por aí muito gambozino ao laréu…

A hipocrisia é contagiosa

O senhor Jesualdo depressa esqueceu a humildade dos muitos anos em que foi adjunto e treinou equipas pequenas.
Começou a perder dignidade quando, depois de ter assinado pelo Boavista, cuspiu na sopa e se mudou para o Porto.
Compreende-se a tentação, mas reprova-se a conduta deselegante.

Desde então, e por várias vezes, o homem tem exibido um ar e um tom de professor catedrático, uma arrogância suave a que vem juntando uma ponta de cinismo e de ironia que deve ter aprendido com alguém daquela casa do Dragão.

A recusa do Porto em adiar o jogo com o Leiria é agora justificada pelo senhor Jesualdo com o argumento de que o clube se limitou a aplicar o regulamento.
De facto, há 72 horas entre os dois jogos da União, mas uma viagem de Israel para Lisboa não é o mesmo que um saltinho de Madrid ou da Corunha.

O Porto não cometeu qualquer ilegalidade, é certo.
Respeitou o regulamento, é
verdade, mas não é menos verdade que o mesmo regulamento não proíbe adiamentos. É tudo uma simples questão (ou falta) de cortesia e desportivismo.

Pelos vistos, o senhor Jesualdo aprendeu depressa...