Soube-se agora que a reconstituição da lota antiga foi decidida pela Câmara Municipal em cima do joelho. E que está a ser organizada às três pancadas. Não será outra, pelo menos, a conclusão a retirar do facto de a Dr.ª Felícia e o Vereador Polido terem, há pouquíssimos dias, reunido com o movimento associativo, para, enfim, se deitar mãos à obra.
Surpresos, logo os representantes das agremiações fizeram saber que pouco mais de duas semanas poderia ser muito pouco para se preparar qualquer coisa com jeito quanto baste. Com a conversa a acalorar-se, a Dr.ª Felícia declarou aos animados circunstantes que ia pôr um pouco de fervura na água. Fugiu-lhe a boca para a verdade. E, tratando-se da lota, piedoso será lembrar-lhe que pela boca morre o peixe. Há momentos assim, que valem a eternidade.
O que se me antolha algo bizarro é que a Dr.ª Felícia, depois da asneira perpétua e da plantaforma, ainda queira pôr mais fervura na água. Bem sei que é o que melhor sabe fazer. É lá com ela. Mas um dia, de tanto a água ferver na panela, a tampa salta.
Conviria, assim, que Augusto, moderados que foram os ímpetos no tocante à recepção da comunidade educativa (é, pelo menos, o que parece), voltasse a pôr alguma água na fervura. O problema é que a ementa que já se prepara para dia 22 aponta noutro sentido.
Com efeito, no meio do alarido, alguém, na dita reunião, se lembrou de que o peixe usado na encenação fosse dado às associações, que estas armassem as proverbiais barraquinhas na Fortaleza e que, com os assadores bem escondidinhos da ASAE, o servissem aos turistas, ou aos estrangeiros, ou lá o que era. Resta agora saber se a Dr.ª Felícia lhes fornece o carvão…
Surpresos, logo os representantes das agremiações fizeram saber que pouco mais de duas semanas poderia ser muito pouco para se preparar qualquer coisa com jeito quanto baste. Com a conversa a acalorar-se, a Dr.ª Felícia declarou aos animados circunstantes que ia pôr um pouco de fervura na água. Fugiu-lhe a boca para a verdade. E, tratando-se da lota, piedoso será lembrar-lhe que pela boca morre o peixe. Há momentos assim, que valem a eternidade.
O que se me antolha algo bizarro é que a Dr.ª Felícia, depois da asneira perpétua e da plantaforma, ainda queira pôr mais fervura na água. Bem sei que é o que melhor sabe fazer. É lá com ela. Mas um dia, de tanto a água ferver na panela, a tampa salta.
Conviria, assim, que Augusto, moderados que foram os ímpetos no tocante à recepção da comunidade educativa (é, pelo menos, o que parece), voltasse a pôr alguma água na fervura. O problema é que a ementa que já se prepara para dia 22 aponta noutro sentido.
Com efeito, no meio do alarido, alguém, na dita reunião, se lembrou de que o peixe usado na encenação fosse dado às associações, que estas armassem as proverbiais barraquinhas na Fortaleza e que, com os assadores bem escondidinhos da ASAE, o servissem aos turistas, ou aos estrangeiros, ou lá o que era. Resta agora saber se a Dr.ª Felícia lhes fornece o carvão…
