
Boémio na Áustria; austríaco entre alemães; judeu por esse mundo fora. Assim se definia o homem que um dia afirmou a Jean Sibelius que a sinfonia tem de ser como o mundo, abarcar tudo. Quer dizer, reflectir tudo o que existe: o bem e o mal, o alto e o baixo, o exaltante e o banal. Gustav Mahler, que foi o último dos grandes, fê-lo como nenhum outro.
Sabe bem ouvi-lo de novo por estes dias minguantes, no tempo em que o mosto respira na espuma e as folhas soltas caem leve, levemente aos nossos pés. Sabe bem ler o livro magnífico que Stephen Johnson dedicou à sua vida e à sua obra, agora traduzido entre nós, e acabado de sair com a chancela da Bizâncio. Vem com dois cd’s aperitivos que têm o sortilégio das amostras trazidas às lojas de fazendas pelos caixeiros-viajantes. Nada mau para quem quiser descobrir a música trágica e sublime deste judeu errante.
Sabe bem ouvi-lo de novo por estes dias minguantes, no tempo em que o mosto respira na espuma e as folhas soltas caem leve, levemente aos nossos pés. Sabe bem ler o livro magnífico que Stephen Johnson dedicou à sua vida e à sua obra, agora traduzido entre nós, e acabado de sair com a chancela da Bizâncio. Vem com dois cd’s aperitivos que têm o sortilégio das amostras trazidas às lojas de fazendas pelos caixeiros-viajantes. Nada mau para quem quiser descobrir a música trágica e sublime deste judeu errante.