Um comentário feito à entrada anterior chamou-me a atenção. Procurei informar-me. Confirmei, há pouco, que praticamente toda a vegetação rasteira do Castelo de Sesimbra foi dizimada pela aplicação de um herbicida. Hoje mesmo, uma visita pedagógica ao local foi transferida para outra paragem, fora das muralhas.
Esequiel Lino deixou que o único monumento nacional do concelho se transformasse numa alfurja tremenda e num antro de meliantes. Quem veio a seguir pôs ordem na casa, lavou-lhe a cara, devolveu-lhe a vida perdida e deu passos muito significativos para recuperá-la. Presentemente, é a desolação que se vê. O marasmo da estagnação, próprio de quem gasta em fogo de vista o que tem e o que não tem. E um ódio surdo à Natureza, no pino da Primavera: uma rasoira cega ceifando, na mesma leva, cardos e papoilas.
Esequiel Lino deixou que o único monumento nacional do concelho se transformasse numa alfurja tremenda e num antro de meliantes. Quem veio a seguir pôs ordem na casa, lavou-lhe a cara, devolveu-lhe a vida perdida e deu passos muito significativos para recuperá-la. Presentemente, é a desolação que se vê. O marasmo da estagnação, próprio de quem gasta em fogo de vista o que tem e o que não tem. E um ódio surdo à Natureza, no pino da Primavera: uma rasoira cega ceifando, na mesma leva, cardos e papoilas.